Viagens Acadêmicas

As viagens acadêmicas no Da Vinci assumem caráter sociocultural, visando à formação de sujeitos pensantes, críticos e interferentes na realidade. O espírito observador e a responsabilidade cidadã, o registro do vivenciado/aprendido e a produção cultural são os pilares dessas iniciativas, que sempre ensejam uma preparação prévia com os alunos-viajantes e uma avaliação fundamentada sobre ganhos e dificuldades vivenciados em cada evento, na etapa de Pós-Viagem.

As viagens acadêmicas do Da Vinci detêm um estilo próprio, distante das viagens de padrão turístico. Os focos de trabalho variam por série e agregam as dimensões histórico-geográfica e artístico-cultural, promovendo a integração de saberes, objetivos e resultados. Os roteiros são de criação autônoma da Escola e priorizam a perspectiva cultural e alguns centros de interesse, para que melhor se atenda à inter-relação com conteúdos pedagógicos e a conexão entre áreas do conhecimento.

A Escola já acumula larga experiência de viagens, contemplando destinos nacionais (pelos estados do Espírito Santo, Bahia, Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo) e internacionais (América Latina e Velho Continente, contemplando os países da Europa Ocidental até os integrantes do Leste Europeu e os países nórdicos, além de Japão, China e Cingapura), sempre atualizando roteiros e estando atenta aos percursos e dinâmicas que mais convêm, de acordo com as configurações da realidade, as movimentações da economia, os aspectos de segurança, conforto e diversificação cultural.

A divulgação das viagens acadêmicas é feita de maneira ampla na Escola, mediante palestras para os alunos, oferta de folhetos ilustrativos, circulares esclarecedoras para as famílias, reuniões de trabalho, etc, com transparência de critérios para participação, objetivos, procedimentos, roteiros e custos. Com isso, esse componente curricular passou de um investimento pedagógico a uma marca institucional de qualidade. Um diferencial consiste na cobertura on-line dos eventos, com as famílias recebendo, via site, informações pontuais sobre cada viagem, podendo visualizar sua riqueza cultural e diversificação pedagógica, em tempo real, o que propicia conforto e tranquilidade para as famílias, além de municiá-las de repertório cultural.

Os roteiros são impregnados de atividades culturais (visita a museus/igrejas/parques temáticos; expressões culturais nos locais visitados), observações e pesquisas de campo (sobre arquitetura e patrimônio, estilo de vida, formas alternativas da economia, vocação das cidades, etc.), havendo um cuidado redobrado na seleção de hotéis/restaurantes (pelo padrão de qualidade e capacidade de atendimento a grupos pedagógicos) e nos aspectos de acesso/conforto/segurança. Além disso, os alunos produzem diários de bordo para registros de impressões/aprendizagens e participam de concursos ou atividades culturais que os inserem como protagonistas do processo, não como receptores.

Os alunos do Ensino Médio constituem público potencial das viagens internacionais, o que demanda uma preparação intensiva na etapa da pré-viagem (inclusive com reuniões de trabalho aos sábados, leituras e pesquisas dirigidas), uma permanência mais extensa longe das famílias (média de quinze dias) e a produção de um diário de bordo mais analítico, para refletir aprendizagens, percepções e extrapolações.

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